Visual Merchandising: como funciona e por que é um meio de aumentar as vendas?

As novidades do mercado de varejo surgem em um ritmo muito acelerado. Pagamentos móveis, estratégias omnichanel, internet das coisas – são muitas as possibilidades. Às vezes, essas estratégias ainda não se aplicam à realidade do consumidor brasileiro.

Por outro lado, técnicas que já estão sendo discutidas há algum tempo ainda não ganharam muito espaço nos shoppings nacionais, mas certamente são capazes de promover ganhos efetivos. Uma delas é o visual merchandising.

Uma história para a experiência de compra

A estratégia, que é relativamente simples, consiste em usar da comunicação visual para aprimorar a experiência de compra do cliente. Até então, a abordagem mais comum das lojas é tratar a vitrine e o interior da loja como um inventário, expondo os produtos disponíveis no estoque. O visual merchandising propõe o uso do storytelling (ou “contar uma história”, em tradução literal) para garantir um nível maior de interação com o consumidor.

A intenção é despertar uma sensação em quem visualiza os produtos, seja curiosidade, o despertar de uma memória, uma relação afetiva. O importante é conectar a loja ao consumidor de alguma forma. O objetivo final é sempre tornar o comércio mais atraente, estimulando a percepção dos produtos, criando um clima agradável e, em última instância, aumentando as vendas.

E como é feito na prática?

O visual merchandising está alinhado com o todo o conceito da marca. Essa definição, refletida na identidade visual e na padronização do atendimento, é ampliada para todos os pontos da interação do cliente com o negócio. Os profissionais especializados usam dos recursos físicos disponíveis para passar a mensagem que a loja se propõe. Isso vale para vitrines, displays, produção de moda em manequins, comunicação visual, iluminação, temperatura e até a música.

Com isso, fica claro que cada negócio deve elaborar sua estratégia personalizada. Alguns cuidados, porém, são comuns e podem ser um bom ponto de partida:

  • A narrativa começa na fachada. É importante prezar por uma arquitetura que esteja em linha com o perfil do cliente desejado e uma vitrine simples, mas visualmente agradável, com a possibilidade de incluir exposições temáticas sazonalmente.
  • A disposição dos produtos deve levar em conta mais que o aproveitamento do espaço. De modo geral, a recomendação é que os produtos mais nobres estejam na entrada – lançamentos ou mais vendidos, por exemplo. Promoção e liquidação devem ser colocados mais ao fundo. Um ponto focal, determinado por um produto em destaque, deve orientar o fluxo de deslocamento dentro da loja.
  • Mobiliário e acabamento também devem estar em linha com o público ideal e o conceito da loja. Materiais duráveis e de fácil manutenção colaboram para que o espaço pareça sempre novo e limpo.
  • Iluminação é uma questão chave. Feixes de luz direcionados podem orientar o olhar do cliente, chamando atenção para algumas áreas, criando climas adequados para o tipo de produto comercializado e orientando o deslocamento das pessoas.
  • É importante considerar outras “vitrines” como extensão do visual merchandising. Redes sociais, por exemplo, são como vitrines virtuais e contribuem muito para a construção da narrativa por meio da interação com o público.

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