Portaria Remota: mais segurança e menos custos!

O grande desenvolvimento tecnológico, aliado às boas condições de uso e manutenção das novas tecnologias, tem levado muitos condomínios a substituírem os porteiros físicos por sistemas de portaria remota.



A economia financeira, além de maior agilidade em relação às ações de efetivação da segurança (como o acionamento da polícia militar e/ou segurança particular), são os principais benefícios percebidos.

E você, administrador condominial? Seus condôminos já consideram essa transição ou ainda não conhecem essa tecnologia? A portaria remota tem sido empregada em condomínios de luxo, mas está cada vez mais acessível.

Acompanhe a seguir, o que é necessário para implementar essa tecnologia; para quais tipos de condomínio é mais indicada e os benefícios que podem ser alcançados. Fique atento, modernize a sua gestão e tenha mais tempo para investir na resolução de outras demandas!

O meu condomínio pode ter Portaria Remota?

O sistema da portaria remota é indicado para condomínios com no máximo 40 unidades a serem administradas (apartamentos, casas, lojas, etc) e com somente uma portaria e uma garagem, por onde ocorre a circulação de todo o pessoal envolvido. Condomínios de pequeno porte são o público alvo dessa tecnologia, uma vez que a folha de pagamento dos funcionários gera maior impacto financeiro e a economia alcançada é mais significativa.

É necessário também, que os proprietários estejam engajados com o processo de transição e dispostos a modificar seus hábitos, agindo de maneira responsável quanto aos novos procedimentos. O síndico deve estar atento e acompanhando o grau de comprometimento dos proprietários ao cumprirem as novas regras de segurança.

Geralmente os condomínios contam com o seguinte quadro de funcionários: porteiros (pelo menos dois, sendo um diurno e outro noturno), zeladores e o pessoal da limpeza. É interessante que com a portaria remota, o zelador seja mantido para receber e assinar entregas dos correios, receber oficiais de justiça e auxiliar com a locomoção de proprietários idosos.

Quanto às entregas dos Correios e de serviços de entrega em domicílio, muitos condomínios optam por adotar uma área de passa-volumes e cada morador fica responsável por ir até a portaria e fazer o atendimento do visitante, sem que este tenha acesso ao espaço físico do condomínio.

Por se tratar de um sistema totalmente digital (internet) e alimentado por energia elétrica é necessário o investimento em geradores de energia e em pelo menos, duas operadoras de internet (caso o sinal de uma caia, a outra entra em trabalho). A empresa responsável pela portaria remota deve apresentar em contrato, a disponibilização de funcionários físicos para situações de emergência, como queda de energia e manutenções do sistema.

A implementação e equipamentos necessários

Um valor médio de implantação da portaria remota está em torno de trinta mil reais, quando os equipamentos são fornecidos por meio de comodato. Ou seja, o condomínio tem o direito de utilizar os equipamentos enquanto usufruir dos serviços da empresa que realiza a vigilância remota.

Tendo em mente a diminuição dos gastos com a folha de pagamento dos funcionários, o condomínio consegue reaver o investimento em um período de até um ano. Após recuperar esse investimento, o condomínio poderá ter uma despesa de até 40% mais barata em relação à antiga folha de pagamento.

É interessante que a transição seja aprovada em assembleia do condomínio, por maioria absoluta (50% do total de condôminos mais um) uma vez que se trata de uma mudança estrutural na área de segurança, melhorando diretamente o dia a dia de todos. Essa transição também pode ser feita aos poucos, para que os proprietários se acostumem com as novidades.

São equipamentos comuns para a portaria remota:

  • Cerca elétrica: a cerca perimetral deve estar interligada com a central de monitoramento de alarmes;
  • Interfones: permitem a comunicação com a central de vigilância. Os visitantes também são identificados e cadastrados por meio dos interfones;
  • Portões eletrônicos: os portões devem ser acionados à distância e a presença da clausura de acesso (portão da garagem seguido de área de identificação, com acesso a um outro portão, na sequência) aumenta a segurança;
  • Nobreak e Geradores: evitam quedas inesperadas de energia, além de equilibrarem as oscilações comuns à rede elétrica, aumentando o tempo de vida dos equipamentos;
  • Transmissão de imagem e de voz (CFTV e VOIP): infraestrutura de câmeras e gravadores para identificação e relatórios de movimentação. Os condôminos, além da central de monitoramento, também podem ter acesso às imagens da portaria, aumentando o controle de circulação;
  • Controle de Acesso: Os acessos podem ser realizados por meio de biometria (leitores digitais para os olhos ou digitais dos proprietários), cartões magnéticos (menos empregados).

Clique aqui, e veja um vídeo explicativo sobre portaria remota!

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