As vantagens de uma gestão data-driven em shoppings

A ideia do comércio eletrônico como um fantasma para o varejo físico já ficou para trás. Hoje, shoppings entendem que a adoção e incorporação da tecnologia é a tendência forte para os negócios do futuro. Nesse sentido, a gestão data-driven é uma das apostas mais fortes, que diz respeito não só a esse setor como às empresas como um todo.

Basicamente, em tradução livre, data-driven quer dizer “orientado por dados”. Na prática, significa usar das informações coletadas e transformadas em gráficos e compilados para que os gestores sejam capazes de elaborar estratégias mais acertadas. É claro que o feeling e a experiência do profissional são fundamentais na gestão. A ideia é que os dados possam oferecer um suporte diferenciado à tomada de decisão.

Quais são os benefícios de uma gestão data-driven em shoppings?

Uma experiência exclusiva

O grande ponto de convergência entre a experiência de compra na internet e o consumo em um estabelecimento físico data-driven é a personalização.

No e-commerce, visto que toda a operação é mediada pela tecnologia, as empresas são capazes de coletar e armazenar dados sobre o comportamento e as preferências de cada usuário. É graças a essas características que esse tipo de negócio é capaz de oferecer facilidades como formulários automaticamente preenchidos e anúncios direcionados. Essa sensação de cuidado e exclusividade faz parte dos desejos do consumidor do século XXI.

Incorporar essa realidade aos shoppings pode ser possível quando se tem informações sobre o consumidor. Isso impacta na forma como as vitrines serão construídas, na organização dos produtos das prateleiras, na gestão do estoque. Negócios que apoiam suas decisões em informações reais são mais competitivos e correm menos risco de quebrar com um investimento equivocado.

Análise complexa

Para além da experiência imediata do consumidor, uma gestão data-driven leva em conta todos os indicadores para decisões administrativas. Isso se torna possível com o uso de recursos tecnológicos capazes de coletar esses dados em diversas etapas do serviço. Dados sobre faturamento, inadimplência, despesas e vendas processados no software de gestão; informações da auditoria; acessos ao site e redes sociais; uso de recursos como estacionamento.

O grande salto da análise de dados para gestão é saber cruzar essas informações, e não as enxergar como números isolados. Evoluções lineares, picos, comparações: a transformação da realidade do negócio em algo facilmente visualizável é o grande diferencial competitivo do business intelligence.

A prática, porém, pode ser menos glamourosa que a teoria. Sem um trabalho ativo, estruturado e consistente, gráficos e análises de nada impactam na expansão do shopping, aquisição de novos clientes e no fechamento de novos contratos. É necessário criar um fluxo eficiente, que entregue análises dos dados automaticamente. Afinal, as informações são volumosas e complexas demais para serem executadas por um único profissional ou mesmo por uma equipe dedicada.

Isso é o que viabiliza uma gestão data-driven: alimentados com números e informações, os tomadores de decisões são capazes de obter insights que precisam para determinar os destinos do negócio.

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