Como os condomínios têm lidado com a crise?

Tornando-se cada vez mais complexos, os condomínios hoje se assemelham muito a pequenas empresas, em vários aspectos. Sendo assim, é certo que esses empreendimentos têm adotado estratégias para lidar com o momento econômico instável pelo qual o país vem passando.

Diferente das empresas, porém, os condomínios nunca fecham as portas. Mesmo passando por algumas dificuldades, como dívidas e inadimplência, prédios antigos continuam em operação. Ao mesmo tempo, novos empreendimentos continuam sendo entregues pelas construtoras – ainda que em menor escala.

Negócios específicos como esses passam por situações híbridas. Se, por um lado, as consequências da crise não são sentidas de forma tão pesada como nas empresas, por outro, situações delicadas com relação a moradores endividados podem surgir.

Como os condomínios têm lidado com a crise?

Um setor em crescimento

Em uma entrevista concedida à Rádio CBN, o advogado Márcio Rachkorsky afirmou que essa estabilidade acabou atraindo profissionais nos últimos anos. Em outras palavras, condomínios são ótimos empregadores e acabam absorvendo um fluxo de pessoas que trabalhavam em outras áreas antes da crise.

Isso também está muito ligado à tendência de englobar cada vez mais facilidades e serviços dentro dos condomínios. Se, antes, um prédio precisava apenas de um porteiro, uma faxineira e serviços de manutenção pontuais, grandes empreendimentos contam com administradores profissionais, advogados, serviços de manutenção complexa, educadores físicos. E mesmo aqueles com operações mais simples têm a opção de contratar um síndico profissional ou mesmo um serviço de contabilidade especializada.

Inadimplência é questão delicada

Graças à previsão orçamentária, condomínios dificilmente deixam de pagar prestadores de serviço. Ainda assim, alguns podem ter dificuldades em fechar as contas do mês em virtude de um aumento no número de inadimplentes. No ano passado, um endurecimento nas leis que regem cobranças desse tipo de dívida aumentaram o respaldo do condomínio. Ainda assim, a questão não deixa de ser delicada.

O procedimento é padrão nesse caso: economizar. Se reduzir o valor do condomínio é inviável, manter a taxa estável, sem necessidade de aumento, é uma conquista importante. Promover economia de água e luz, renegociar contratos e admitir a possibilidade de reduzir o número de funcionários automatizando processos são saídas interessantes. Neste post, você confere mais dicas sobre inadimplência no condomínio.

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